Proteger as vidas dos usuários de seu imóvel e o patrimônio material de seu negócio. Estas são apenas duas das funcionalidades de grande importância da manutenção da central de alarme de incêndio.
A instalação da central de alarme de incêndio e medidas de segurança e combate contra incêndio é primordial para empresas de todos os tamanhos que buscam manter um nível alto de segurança dos ambientes e de seus funcionários.
É importante lembrar que em todos os estados já está prescrito em lei o uso da central de alarme de incêndio em espaços que podem ter um grande fluxo de pessoas como prédios, espaços para eventos, pontos comerciais, escolas, entre outros.
Existem duas modalidades de operação e instalação dos sistemas de detecção e da central de alarme de incêndio, sendo elas a endereçável ou a convencional. Portanto, é importante saber as diferenças entre cada uma delas e saber qual melhor se aplica ao seu imóvel.
A central de alarme de incêndio é um item dentro de vários itens de segurança contra incêndio que é responsável por receber todos os sinais enviados pelos detectores de fumaça e, após captar caso haja algum incêndio, acionar os alarmes sonoros de alerta, avisando a necessidade de evacuação da edificação em casos de incêndio.
Em todas as ocasiões em que os alarmes e detectores de fumaça são acionados pelos seus sistemas de detecção de foco de incêndio, a central de alarme de incêndio faz a captação dos sinais de alerta enviados.
Dessa forma, pode-se tomar todas as medidas dispostas para a identificação do foco de incêndio e para a solução desse problema, também sendo possível a evacuação das pessoas que estão no espaço sem que haja danos ou risco à vida das mesmas.
Como funciona o detector de fumaça?
O próprio nome já diz: esses aparelhos detectam a fumaça provenientes de um possível início de incêndio, acionando o sistema de alarme. Alguns aparelhos também podem avisar as brigadas de incêndio ou bombeiros, o que pode evitar maiores problemas.
A estrutura do equipamento é composta por três partes: a carcaça, que abriga a segunda e terceira parte, o sensor para detectar a fumaça e o alarme eletrônico. Eles podem ser alimentados por baterias ou corrente elétrica.
Esses sensores podem ser fotoelétricos ou iônicos, essa diferença interfere no formato do aparelho que capta a fumaça.